Trabalhos de alunos e professores

O Bestiário Tradicional Português tem servido de instrumento para divulgar a nossa cultura junto dos mais novos, por vezes como alternativa (ou complemento) ao festejo do Halloween e outras tradições importadas recentemente.
Professores e animadores de várias zonas do país têm desenvolvido ateliês de expressões e de ciências com crianças motivadas pela descoberta da sua própria cultura.

Algumas semanas antes do dia 31 de outubro, Vera Vaz, professora do 1.º ciclo em Odivelas, leu os textos descritivos de algumas criaturas aos seus alunos (sem lhes mostrar as ilustrações) e pediu-lhes que desenhassem como entendessem. Só no fim os comparou com as ilustrações da Natacha. Os resultados são uma delícia.

Susana Serro e Alexandre Lourenço, da Unidade de Cultura da Reitoria da Universidade do Porto, desenvolveram oficinas de ciências e expressão plástica durante o Carnaval, onde construíram divertidas máscaras de Tardo, pequenos modelos de Jãs e experiências relacionadas com o tempo atmosférico!

Se tiverem mais exemplo de trabalhos que gostassem de partilhar connosco, podem contactar-nos através da página de facebook!

 

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As reações das crianças às criaturas do Bestiário Tradicional Português

O livro Bestiário Tradicional Português foi feito a pensar nas crianças, para lhes dar a conhecer as criaturas que povoavam o imaginário tradicional dos seus antepassados, dando-lhes um rosto, uma forma, uma ilustração.

Por isso, importava observar as suas reações ao livro, aos nomes estranhos dos monstrinhos e ao aspeto bizarro das criaturas! Este vídeo, feito integralmente pela Patrícia Pedrosa, capta várias emoções, como o espanto, a surpresa e a estranheza mas, sobretudo, a diversão!

É na observação deste contacto (do leitor com o livro) que, nas Edições Escafandro, validamos as nossas publicações.

Mapa de superstições

Nem só de criaturas fantásticas são feitas as lendas, as crenças ou as tradições. Os comportamentos que o supersticioso repete, muitas vezes sem saber bem porquê, estão enraizados profundamente nas pessoas e nas comunidades que os transmitem.  As superstições vivem agarradas ao corpo, controlam onde se colocam os pés, decidem onde ficam os objetos, escolhem a rota de uma caminhada, definem gestos e maneirismos e atam-se ao pescoço.  Deixamos aqui um mapa feito pela equipa do Atlas Obscura que cartografa algumas superstições à volta do mundo. Apesar de muitíssimo incompleto, Portugal, desta vez, está melhor representado!mapa-superst